Intra-Lock lança no Brasil implantes curtos

Após ter lançado no mercado europeu em 2009 seu implante curto, a Intra-Lock disponibiliza para o mercado brasileiro sua linha de implantes curtos. A novidade vem provida com o design inovador das espiras Blossom e a consagrada superfície Ossean em duas dimensões: 6,0 x 6,5 ou 6,0 x 8,0.

Após ter lançado no mercado europeu em 2009 seu implante curto, a Intra-Lock disponibiliza para o mercado brasileiro sua linha de implantes curtos. A novidade vem provida com o design inovador das espiras Blossom e a consagrada superfície Ossean em duas dimensões: 6,0 x 6,5 ou 6,0 x 8,0.

A literatura científica sempre foi controversa quando o assunto são implantes curtos. No entanto implantes curtos são certamente uma importante alternativa no ferramental do Implantodontista principalmente para as mandíbulas atróficas onde se quer evitar procedimentos mais invasivos como as técnicas de lateralização do nervo alveolar inferior, a distração osteogênica ou a enxertia interposicional. 

O conservadorismo e a insegurança deve-se principalmente a alguns paradigmas extensamente repetidos por nós da classe odontológica que não refletem necessáriamente  a verdade absoluta. Um destes exemplos é a regra de que o braço de resistência (implante) deve ter comprimento igual ou maior que o braço de potência (prótese). No entanto esta é uma equação simplista que deixa de levar em consideração outros fatores como a oclusão, qualidade óssea, a área de contato osso/implante, o design do implante, sua superfície e a ferulização dos elementos protéticos.

A intalação de um implante destas dimensões não permite erros de técnica. Não há por exemplo como corrigir axialmente o posicionamento do implante durante sua instalação. Desta forma podemos observar estatísticas desanimadoras em comparação aos implantes de dimensões regulares. Não se deve comparar já que os implantes curtos são utilizados em situações biomecânicas bem mais desafiadoras que os de dimensões regulares. Portanto não devemos utilizá-los como se fossem implantes comuns. O mais importante é a correta seleção do paciente e a indicação adequada. Uma atitude prudente seria evitar seu uso em prótese unitária, principalmente em maxila.

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