Carregamento progressivo e sua influência na remodelação óssea

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007.

Autora: Vivian Elias Costa
Orientador: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello
Co-orientadores: Prof. Dr. Daldy Endo Marques, Profa. Dalva Maria Rocha

Resumo: A carga óssea progressiva é o aumento planejado da carga de trabalho sobre implantes dentários executado em intervalos de tempo pré-estabelecidos ao longo do tratamento protético. Estes intervalos de tempo dependem da qualidade óssea na área reabilitada. Sendo assim, o conhecimento prévio sobre densidade óssea torna-se um fator indispensável para um correto planejamento execução de implantes dentários. Dependendo da densidade óssea, a segunda fase cirúrgica ocorrerá de três a oito meses. De acordo com o tipo de densidade óssea, mais progressivamente a carga deverá ser aumentada. O protocolo de carregamento progressivo tem cinco variáveis: intervalo, dieta, material da superfície oclusal, oclusão e desenho da prótese. Dessa forma, o carregamento ósseo progressivo promove uma condição mais favorável para o desenvolvimento de um osso mais viável para suportar as cargas aplicadas, aumentando a sobrevida do implante. O osso trabecular cicatriza cerca de 50% mais rápido que o osso cortical denso. Embora esse cicatrize mais lentamente, o osso D1 possui a maior resistência e o maior contato ósseo. O tempo entre a cirurgia inicial e a cicatrização do segundo estágio, é semelhante para os tipos ósseos D1 e D2 que é de 3 a 4 meses. Sugere-se um tempo mais extenso para a fase de cicatrização inicial para o osso tipo D3 e D4 com 5 e 6 meses respectivamente, em função do menor contato ósseo e da menor quantidade de osso cortical para permitir a maturação da interface e a formação de algum osso lamelar. Objetivos: Avaliar por meio dessa revisão, a influência do carregamento progressivo na remodelação óssea. Como se determina o carregamento ósseo progressivo. Conclusões: Com a instalação de implantes osseointegrados em região óssea neoformada podemos obter a maturação e remodelação óssea a partir do carregamento ósseo progressivo, sendo ele de extrema importância. O protocolo de carregamento ósseo progressivo é determinado de acordo com a densidade óssea da região em que os implantes osseointegrados foram instalados; sendo assim, devemos indicá-lo com maior cautela em osso tipo 4. A aplicação do carregamento ósseo progressivo tem como objetivo proporcionar uma melhor interface osso/implante, e um melhor direcionamento das trabéculas ósseas, favorecendo desse modo o prognóstico da sobrevida implante/prótese.

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Proteínas Ósseas Morfogenéticas “BMPs”

Aplicação clínica em Implantodontia das proteínas ósseas morfogenéticas

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia.

Autor: Silvio Garcia de Lima
Orientador: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello
Co-orientadores: Profª. Dalva Maria Rocha, Prof. Daldy Endo Marques

Resumo: As perdas e mutilações dentarias, levam a atrofia óssea alveolar desafiando a reabilitação protética na implantodontia. As técnicas atuais de regeneração óssea permitem superar essas dificuldades tornando-se mais previsível o controle e influenciar o crescimento ósseo no local da exodontia com enxertos, combinando uma proteína osseoindutiva com um material osseocondutivo bem estabelecido. Para conseguir a regeneração óssea, é necessário que o osso substituto seja capaz de promover a ativação de fatores de crescimento. Deve-se associar ao enxerto fatores que estimulam a cicatrização e a reparação tecidual. As proteínas ósseas morfogenéticas com seu potencial osseoindutor contribuem de forma significante para a reabilitação cirúrgica protética com implantes e sua osseointegração sua observação na função mastigatória, estética e na auto-estima do paciente. Embora a função exata e a inter-relação de cada uma das subfamílias das proteínas ósseas morfogenéticas não estejam completamente esclarecidas, evidências indicam sua atuação como parte de um complexo de fatores reguladores de diferenciação celular. O avanço da atrofia da maxila e a subseqüente pneumatização do seio maxilar implica em um desafio para a reabilitação com implantes osseointegrados. As proteínas ósseas morfogenéticas, são as substâncias osseoindutoras mais promissoras e espera-se que elas sejam utilizadas clinicamente para a reconstrução de arcadas dentárias deficientes. Objetivos: Verificar, por meio de levantamentos bibliográficos, a aplicabilidade clínica das proteínas ósseas morfogenéticas, na terapia de regeneração com enxertos ósseos. Analisar a estrutura bioquímica das proteínas ósseas morfogenéticas e sua co-relação com o processo de osseointegração e os benefícios de sua utilização. Conclusão: A partir da publicação dos trabalhos de Urist em 1971 em que relatou o potencial osteogênico das proteínas ósseas morfogenéticas; seu uso tem sido bastante difundido na área odontológica, especialmente em implantodontia, onde a reparação tecidual óssea se faz necessária. Elas estão envolvidas no desenvolvimento ósseo e em alguns tipos de tecidos moles, quando implantados em animais adultos demonstram iniciar a formação óssea endocondral e intramembranosa, portanto, são de extrema importância para as grandes reconstruções ósseas com enxerto, dentro da implantodontia moderna, uma vez que o seu potencial osseoindutor leva a neoformação óssea, necessária para a reconstrução protética e funcional por meio de implantes dentários osseointegrados.

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Enxerto autógeno e PRP

Enxerto de osso autógeno com e sem plasma rico em plaquetas

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007.

Autora: Nerli Maria Juliano
Orientador: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello
Co-orientadores: Profa. Dra. Vitoria Aparecida Muglia Moscatiello; Profa. Dalva Maria Rocha

Resumo: Pesquisas com a finalidade de desenvolver materiais que promovam a indução de fatores de crescimento, que estimulem as células indiferenciadas a se transformem em osteoblastos, vêm sendo realizadas nos últimos tempos. Dentre os materiais propostos para essa substituição, é possível destacar o osso autógeno e, os fatores de crescimento autógenos em particular, o plasma rico em plaquetas, que ampliou o espectro terapêutico da reabilitação protética e cirúrgica odontológica na última década. Durante o processo de osseointegração do implante, uma seqüência bem coordenada de eventos celulares e moleculares, ocorre promovendo a cicatrização. Para se conseguir a regeneração óssea, torna-se necessário promover, a ativação e a liberação dos fatores de crescimento associados ao enxerto, para que estimulem a cicatrização e a reparação tecidual. Sua utilização produz melhora no contato da superfície osso-implante e também no índice de regeneração óssea. Objetivos: Correlacionar o enxerto de osso autógeno com o plasma rico em plaquetas. Evidenciar a efetividade do plasma rico em plaquetas para os enxertos autógenos. Conclusões: Vários experimentos têm investigado muitos aspectos da incorporação dos enxertos autógenos que sempre têm sido considerado o Gold Standard, pelo seu potencial de osseocondutividade, além de ser osteogênico e osseoindutor e por apresentar compatibilidade e resultados terapêuticos efetivos. O enxerto ósseo autógeno é, portanto considerado a melhor opção de material para qualquer procedimento de regeneração. Para auxiliar nesse processo é possível estabelecer a união do osso autógeno e o plasma rico em plaquetas, na forma de um gel de plaquetas, que funciona como um veículo para o adequado posicionamento do enxerto. O plasma rico em plaquetas se evidenciou como material de enxerto ósseo devido sua capacidade regenerativa. Mostrou-se eficiente nas cirurgias reconstrutivas, principalmente quando associado aos enxertos ósseos autógenos. Sua utilização produz melhora no contato da superfície osso-implante e também no índice de regeneração óssea, além de viabilizar o aumento do número de plaquetas em um determinado local, com o objetivo de elevar a concentração de fatores de crescimento, os quais se constituem em um grupo de mediadores biológicos que regulam eventos celulares importantes da reparação tecidual. Sua estratégia terapêutica, portanto fundamenta-se na modulação e aceleração dos processos cicatriciais, através desses fatores contidos nas plaquetas, que são os iniciadores universais de quase todo o processo de reparação.

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Distração osteogênica

Distração osteogênica em Implantodontia

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007

Autora: Nélida Guinami Franco
Orientador: Profª. Dalva Maria Rocha
Co-orientadores: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello, Prof. Daldy Endo Marques

A osteodistração foi utilizada inicialmente no final de 1880, mas Codivilla em 1905, na Itália, foi o primeiro a descrever a técnica da distração osteogênica para alongamento dos membros inferiores. A técnica, na época, não teve grande aceitação clínica devido à morbidade associada ao tratamento, onde as forcas de tração no osso eram mantidas através da pele, ocasionando edema, necrose cutânea, infecção ao redor dos parafusos de fixação e imprevisibilidade da ossificação da zona expandida. Em 1951, Ilizarov lançou as bases da distração osteogênica quando ao tratar um coto de amputação em um paciente, realizou osteotomia e aplicou um fixador externo com a finalidade de alongar este coto, pretendendo inserir um enxerto ósseo. Entretanto, ele observou que o osso crescia no defeito da distração, evitando a necessidade de enxerto ósseo. Estabeleceu-se assim o Método Ilizarov, extremamente versátil, e minimamente invasivo usado no tratamento de fraturas, não uniões, osteomielite, deformidades, perda óssea e anormalidades congênitas. As reabsorções ósseas alveolares, no sextante posterior da mandíbula, estão entre os problemas de resolução mais difíceis para a cirurgia Bucomaxilofacial e para a Implantodontia. A distração óssea alveolar é, portanto considerada uma técnica para restaurar defeitos verticais em rebordo alveolar edêntulo. Embora a primeira publicação na área odontológica tenha sido realizada em 1973, só na década de 90 o método da distração osteogênica tornou-se mais popular. Desde então, vários autores realizaram estudos experimentais e aplicaram esta técnica clinicamente com a intenção de melhorar os resultados das cirurgias convencionais e ortopédicas para o tratamento das deformidades dentofaciais severas. Esta técnica está fundamentada em sólidos princípios biológicos e biomecânicos, amplamente estudados. Objetivos: Estabelecer em que casos a distração osteogênica deve ser realizada. Definir quais as regiões mais adequadas a essa técnica. Conclusão: A distração osteogênica deve ser realizada nos casos onde existe a diminuição óssea vertical e horizontal, em maxila e mandíbula atróficas. Embora o método de distração osteogênica possa potencialmente ser aplicado em qualquer processo alveolar, o procedimento de distração alveolar tem maiores validades para os segmentos maxilares anteriores e eventualmente para segmentos mandibulares anteriores. No segmento posterior de mandíbula reabsorvida, existe o risco de lesão do nervo alveolar inferior devido à dificuldade técnica e risco de perda do segmento transportado devido ao baixo suprimento sanguíneo.

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Áreas doadoras intrabucais

Enxertos ósseos autógenos intrabucais em Implantodontia

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007

Autora: Miriam Costa
Orientador: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello
Co-orientadores: Profª. Dalva Maria Rocha, Prof. Daldy Endo Marques

A reabilitação por meio de implantes osseointegrados da maxila severamente reabsorvida é, sem dúvida, um dos grandes desafios da Implantodontia atual. É difícil adquirir resultados consistentes no enxerto, geralmente porque são usadas técnicas similares, independentemente da condição existente do paciente. Um diagnóstico preciso é o primeiro passo. O dentista pode avaliar a condição existente e alterar a técnica de enxerto. O tratamento dos defeitos ósseos é um desafio clínico. Mesmo que os enxertos tenham propriedades osseocondutoras, osseoindutoras e osteogênicas, seu uso e sua previsibilidade são limitados devido às dificuldades de obtenção de quantidade, forma e tamanho adequados, assim, há a necessidade do emprego de materiais que apresentem as propriedades desejadas de crescimento e reparação óssea. Vários experimentos têm investigado muitos aspectos da incorporação dos enxertos autógenos e xenógenos na otimização da longevidade e do volume dos levantamentos de assoalho de seios maxilares. Osso autógeno tem sempre sido considerado o “Gold Standard”, pelo seu potencial de osseocondutividade, compatibilidade e resultados terapêuticos efetivos. Objetivos: Correlacionar o enxerto de osso autógeno com a longevidade dos implantes inseridos em áreas enxertadas. Estabelecer porque o osso autógeno é considerado o “Gold Standard” dos enxertos. Conclusões: A partir de uma minuciosa revisão de literatura, conclui-se que implantes osseointegrados inseridos em sítios receptores que receberam enxertos ósseos autógenos previamente a instalação desses implantes apresentam uma taxa de longevidade alta, sendo assim um método seguro e com alta previsibilidade. O osso autógeno se apresenta como o “Gold Standard” entre os materiais de enxertos ósseos, devido suas propriedades e a alta previsibilidade quanto a sua integração. Entretanto, não se pode deixar de citar que um volume considerável de novas pesquisas vem sendo desenvolvidas com o intuito de se desenvolver materiais alternativos aplicáveis a enxertos que em determinadas situações, sempre suportadas por uma análise criteriosa do especialista, apresentam resultados com nível de qualidade e longevidade muito satisfatórios e com a grande vantagem de não apresentarem morbidade alguma.

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Tratamento de superfície

Tratamento de superfície de implantes e sua influência na osseointegração

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007.

Autora: Maria Dalva Amim dos Santos
Orientador: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello
Co-orientadores: Prof. Daldy Endo Marques, Prof. Dalva Maria Rocha

 

Nos últimos anos, o uso de implantes ósseointegrados, tem se difundido na reposição de dentes perdidos, tornando-se pilares de diferentes tipos de tratamentos reabilitados em pacientes edêntulos totais e parciais, com alto nível de previsibilidade. As condições essenciais para o sucesso clinico ou falha do implante é a relação estabelecida na inteface ossoimplante, que é dependente das propriedades superficiais do metal e quantidade e qualidade de osso. A osseointegração requer a utilização de implantes confeccionados com material e superfície atrativa à deposição óssea. Objetivos: Fazer uma vasta revisão da literatura dos tratamentos de superfície de implantes identificando-os e reconhecer os mais utilizados. Correlacionar os tipos de tratamento de superfície com a osseointegração, estabilidade e longevidade dos implantes. Observar se existe diferença quanto ao torque de remoção nos implantes com superfície tratada quando comparados a implantes sem tratamento de superfície. Conclusão: Os tratamentos de superfície encontrados na revisão de literatura foram: superfície lisa; usinada sem tratamento; tratamento químico com ácido como clorídrico, sulfúrico, nítrico, fluorídrico e oxilático; mecânico com jateamento de areia; jateamento de partículas, óxido de alumínio, hidroxiapatita e plasma de titânio; recobrimento com hidroxiapatita e zircônia; recobrimento com proteína morfogenetica; tratamento eletroquímico, eletrolítico, oxidação anódica; combinação de dois ou mais métodos. Atualmente os tratamento mais utilizados são: Duplo ataque ácido; combinação do jateamento com areia ou óxido de alumínio e ataque ácido clorídrico e sulfúrico seguido ou não de combinação química; plasma de hidroxiapatita; plasma de titânio; eletroquímico e eletrolítico, oxidação anódica; recobrimento com hidroxiapatita; oxidação anódica com adição de cálcio, fósforo e fluoretos; ataque ácido e revestimento com proteínas morfogenéticas. Correlacionando os tipos de tratamento de superfície dos implantes com a osseointegração, podemos concluir que tanto a superfície lisa quanto às tratadas promovem o processo de osseointegração; A textura topográfica e a energia das superfícies dos implantes decorrente do tratamento recebido influenciam na estabilidade primária, secundária e na longevidade do implante; ou seja, no tempo para efetivar a osseointegração do ponto de vista qualitativo e quantitativo. Os implantes com superfície tratada também apresentaram a necessidade da aplicação de maior força quando ao torque de remoção.

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Estabilidade primária

Torque em implantodontia e sua correlação com o sucesso do tratamento

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007

Autora: Maria Caporrino Barbarow
Orientador: Rafael Andrade Moscatiello
Co-orientadores: Prof. Daldy Endo Marques, Profª. Dalva Maria Rocha

Resumo: Está bem definido que o torque utilizado na instalação de implantes dentais e seus componentes é de grande importância para alcançar bons prognósticos. A estabilidade do implante quando alcançada tem um significado importante no sucesso do tratamento. O sucesso da osseointegração depende da maneira como o estresse mecânico é transferido do implante para o osso, ou seja, tanto o osso como os implantes não podem ser submetidos a forças além daquelas que estão aptos a receber. Diversos estudos têm mostrado que também devemos prestar atenção à forma e à composição dos parafusos, pois cada um tem sua devida propriedade quanto ao torque, sendo que os de forma cônica necessitam de maior torque de inserção em relação aos cilindros, e os de titânio-alumínio oferece um baixo torque de remoção. O sucesso funcional de uma prótese sobre implante está diretamente relacionado à aplicação de um torque adequado para a fixação de seus componentes. O uso de um dispositivo capaz de aplicar e medir o torque torna-se indispensável, devido às constantes relações entre falhas e o torque fornecido ao implante. Para reduzir o potencial de afrouxamento dos parafusos, os clínicos devem aplicar um torque correto, pois um afrouxamento do parafuso pode causar maiores problemas, como perda óssea ou fratura do implante, além da fratura do próprio parafuso do intermediário. Um torque insuficiente pode permitir a separação da conexão e resultar em fadiga ou afrouxamento do parafuso. Um torque excessivo pode causar falha do parafuso ou danificar a sua rosca. Por todos esses motivos é que nos interessamos para elaborar esta pesquisa bibliográfica, pois a importância para a Implantodontia, nos parece, muito clara. Objetivos: Correlacionar torque com o sucesso do tratamento. Avaliar a necessidade da aplicação do torque exato, quando da instalação dos implantes dentais e seus componentes. Conclusão: Torna-se indispensável o uso de um dispositivo capaz de medir o torque inicial e final durante a fixação do implante, devido a uma forte relação entre o torque e as constantes falhas nos tratamentos tais como: perda de estabilidade e alta transmissão de esforços para a interface osso/implante. Devemos observar corretamente quando da colocação do implante a qualidade, quantidade óssea, tipo de implante que se qualifica naquela região, saúde geral do paciente e da cavidade bucal, e o mais importante observar a estabilidade primaria e o torque necessário para a instalação desse implante conforme a recomendação dos fabricantes do mesmo.

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Perioimplantodontia

Considerações periodontais no planejamento com implantes osseointegrados

 

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007

 

Autor: Luiz Antônio da Silva Sousa
Orientador: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello
Co-orientadores: Prof. Daldy Endo Marques, Profª. Dalva Maria Rocha

Introdução: O sucesso clínico da osseointegração levou à popularização dos implantes como uma opção viável de tratamento na reposição dentária em pacientes parcialmente ou completamente edentados. Com a sedimentação dos conhecimentos sobre a interface tecido mole-implante, uma vez que a mesma serve como selado biológico, protegendo o tecido ósseo contra a ação de agressores externos. Desta forma se torna um ítem importante para a longevidade da osseointegração. Este trabalho procura demonstrar a obrigatoriedade dos procedimentos de controle e manutenção, para se alcançar em longo prazo o êxito no procedimento de implantes osseointegrados. A etiologia da falha do implante não está totalmente esclarecida, mas suas principais causas são a sobrecarga funcional e a presença de placa bacteriana induzindo periimplantite. É necessário se instituir também na Implantodontia, um programa de controle e manutenção. Para isto é imprescindível o conhecimento das várias circunstâncias que podem alterar o quadro de equilíbrio necessário ao êxito do tratamento. Este conhecimento levará o profissional à percepção das alterações locais, deixando-o apto a efetuar um exame e um diagnóstico que possibilitem um excelente controle dos fatores etiológicos, necessários para a manutenção adequada a cada caso clínico, garantindo o sucesso em longo prazo. Objetivos: Estabelecer a importância da periodontia para o especialista em implantes. Correlacionar o insucesso do tratamento com implantes, com as patologias periodontais. Estabelecer se o sucesso na utilização de implantes osseointegrados, pode estar relacionado com os conhecimentos de Periodontia obtidos pelos Implantodontistas. Conclusão: A incorporação dos implantes osseointegrados alterou radicalmente o exercício clínico da Periodontia. Paralelamente, os conhecimentos da anatomia do periodonto, da etiopatogenia, do diagnóstico e tratamento das doenças periodontais subsidiam e incrementam a previsibilidade dos implantes. O processo de infecção periodontal, seus aspectos microbiológicos e seus mecanismos de destruição tecidual dividem grandes similaridades com o processo de infecção periimplantar. Indivíduos com problemas periodontais, quando da fixação de implantes, terão maior risco de apresentar periimplantite, logo os implantes são contra indicados em pacientes com má higiene oral e tabagismo. Há comunhão e cooperação entre a periodontia e a Implantodontia.

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Articaína

Período de latência e duração do efeito anestésico da articaina 4% nos pacientes submetidos à cirurgia para instalação de implantes dentários

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007

Autora: Isabel Clarete Canal Araujo
Orientador: Prof. Daldy Endo Marques
Co-orientadores: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello, Profª Dalva Maria Rocha

Introdução: É grande a quantidade de profissionais que tem interesse em conhecer algumas características dos anestésicos que elegem em suas rotinas cirúrgicas ou mesmo no dia a dia de suas clinicas. Muitas dúvidas surgem no decorrer desse processo, tornando-se dificultosas as alterações que muitas vezes poderiam se tornar otimizadas pelo uso adequado do anestésico para cada situação. Algumas pesquisas indicam uma maior eficácia de um determinado anestésico sobre o outro, um maior tempo de duração e tolerância pelos pacientes. Os resultados referentes à ausência de alterações locais ou sistêmicas, ou ainda, alterações significativas da pressão arterial, podem ser justificados nos relatos emitidos pela sociedade americana de anestesiologia que estabelece que os pacientes avaliados como asa I, II, ou III são considerados saudáveis o suficiente para tolerar tratamento odontológico efetivo e receber doses usuais de anestésicos locais, contendo vasoconstritores com mínimo ou ausência de risco de vida. A disponibilidade de anestésicos locais e amidas eficazes melhoraram drasticamente a imagem pública da odontologia, permitindo o desenvolvimento de muitos dos sofisticados procedimentos cirúrgicos em pacientes de ambulatórios, disponíveis hoje para os pacientes odontológicos. Os anestésicos locais com éster, como a procaína e a tetracaína, têm pouco uso na prática clínica, porque são menos confiáveis e são mais alergênicos. Objetivos: Estabelecer a dose mínima a ser administrada em cirurgia de pequeno porte. Registrar o período de latência médio e o tempo de ação médio da dose mínima. Identificar as reações ocorridas nos pacientes após a administração da solução anestésica. Conclusões: Em cirurgias de pequeno porte a dose mínima administrada foi de um tubete anestésico. O período de latência médio relatado pelos pacientes foi de 5 minutos e 57 segundos. O tempo de ação médio da dose mínima foi de 26 minutos para mais de 95% dos pacientes. No grupo estudado apenas 7% apresentaram leve taquicardia que representa um dado estatisticamente não significante com p=0,005.

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Bioestimulação

Osseointegração e bioestimulação com laser de baixa potência

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007 

Orientadora: Prof.a Dalva Maria Rocha
Co-orientadores: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello, Prof. Daldy Endo Marques

Autora: Maria Cristina Vicentina Colasuonno Emendabili Souza Barros de Carvalhosa

 

Resumo: A revisão bibliográfica objeto desta monografia se volta para os estudos que apresentaram e que não resultaram em evidências clínicas quando da utilização do laser como agente bioestimulante, promotor de osseointegração. A utilização do laser representa uma forma de emissão intensa e concentrada de luz focal, cada vez mais utilizada nos diversos campos da ciência, incluindo várias especialidades médicas e odontológicas. Einstein, em sua pesquisa intitulada “Teoria Quantitativa da Emissão de Radiação”, descreveu o terceiro processo de integração da matéria, discorrendo sobre a emissão de radiação, antevendo assim a possibilidade teórica de surgimento de um novo tipo de luz. O primeiro oscilador gama, foi desenvolvido em 1955 por Gordon nos EUA, e em 1958, por Schawlow & Towers, que demonstraram a possibilidade de se construir o laser, assim como, de forma simultânea, fizeram os pesquisadores soviéticos Basov e Projorov, todos recebedores do prêmio Nobel de Física de 1964, por esta descoberta. O laser vem sendo amplamente utilizado na área da saúde, encontrando-se em franca evolução nos diversas especialidades odontológicas. Também na implantodontia se apresenta a utilização do laser, no que pese suas aplicações e seus efeitos não se encontrem bem documentados no campo da osseointegração e da bioestimulação com o laser de baixa potência, muito embora os trabalhos a respeito sejam escassos e recentes. Objetivo: Determinar a existência de efetividade, necessidade e conveniência no uso da radiação laser de baixa intensidade na reparação do tecido ósseo. Estabelecer pela revisão da literatura, os parâmetros de segurança quando do emprego do laser de baixa intensidade, no âmbito da bioestimulação, visando à reparação óssea. Conclusão: Concluí-se efetivo o uso do laser em baixa intensidade no âmbito cirúrgico da Odontologia, desde que observadas as normas de segurança quando de sua utilização, estando indicado o emprego do laser frente as variáveis previamente analisadas, sendo discutível o seu uso, visando efeitos de bioestimulação na reparação óssea, por ausência de resultados reprodutíveis que apresentem confiabilidade metodológica. Não foi possível, pela análise comparativa dos dados, concluir pela existência de parâmetros que assegurem ser o uso do laser método terapêutico seguro quando da busca por osseointegração pós-implantar, necessitando-se de estudos mais aprofundados e conclusivos, que se utilize de uniformização metodológica, que possibilite a reprodutibilidade de resultados.

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Osteoporose

Osteoporose e sua importância para a Implantodontia

 

Autora: Ana Paula Von Dentz

Orientador: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello

Co-orientadores: Profª Dalva Maria Rocha, Prof. Daldy Endo Marques

 

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007.

 

Resumo: A saúde bucal tem um papel relevante na qualidade de vida do idoso, uma vez que o comprometimento da mesma pode afetar negativamente o nível nutricional, o bem-estar físico e mental, bem como diminuir o prazer de uma vida social ativa. A osteoporose é uma condição sistêmica com potencial para afetar o tratamento com implantes, sendo esta doença particularmente alarmante devido à alta incidência na população idosa, que contém um grande número de candidatos para a terapia com implantes. O conhecimento antecipado da densidade óssea, antes do início dos tratamentos com implantes dentários, permite assistir clinicamente a otimização de estratégias para que o tratamento seja concluído com êxito e os resultados sejam estáveis por períodos mais longos. O processo de osseointegração é definida como a conexão direta e funcional entre organização óssea e a superfície da carga de alcance do implante. O importante é que o tratamento com a utilização de implantes dentários seja planejado em um local cirúrgico em potencial, para que ocorra a osseointegração. Como conseqüência, os médicos que determinam clinicamente a osteoporose devem sugerir que o paciente procure um cirurgião-dentista para pesquisar a doença periodontal, assim como os profissionais que tratam mulheres na pós-menopausa com doença periodontal severa, devem indicar a pesquisa de osteoporose para médicos especializados. Objetivo: Fazer uma revisão da literatura para esclarecer: Se a osteoporose interfere na osseointegração. Em que níveis esse prejuízo pode ocorrer e quando o implantodontista deve se preocupar. Se o paciente saudável (sem osteoporose) é menos susceptível aos insucessos que ocorrem nas reabilitações com os implantes orais. Conclusões: A osteoporose interfere de maneira contundente na osseointegração, já que o osso osteoporótico pode ser encontrado na maxila e mandíbula. Por ser a osteoporose uma doença silenciosa que atinge todos os ossos do nosso organismo, inclusive os maxilares, deixando-os mais porosos, sem resistência, com uma vascularização diminuída o que trará grandes prejuízos ao implantodontista. O implantodontista deve se preocupar quando nos exames complementares de seus pacientes for diagnosticada a osteoporose. O paciente saudável é menos susceptível aos insucessos que ocorrem nas reabilitações com implantes, pois, a qualidade e a densidade óssea presente nestes é sem dúvida muito superior ao paciente portador da doença osteoporose.

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Maxila Atrófica

Enxertos ósseos em maxila atrófica

Autora: Ana Maria dos Santos Bressanin
Orientador: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello
Co-orientadores: Prof. Daldy Endo Marques, Profª. Dalva Maria Rocha

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007.

Resumo: A Odontologia pelos seus avanços tecnológicos tem mostrado sabiamente que é possível viabilizar tratamentos com recursos de ponta, que tenham por objetivo diminuir as seqüelas produzidas pela perda precoce dos dentes. As atrofias severas do complexo ósseo maxilo-mandibular sempre foram um desafio para os cirurgiões dentistas, em especial os implantodontistas. A ausência de estrutura óssea inviabiliza um bom planejamento para a instalação de implantes osseointegrados e, sobretudo o sucesso das reabilitações orais. A falta de osso nos rebordos alveolares tem sido um grande problema para a reabilitação estética e funcional nos pacientes. O processo de reabsorção do osso é contínuo e ocorre ao longo de muitos anos numa sutil combinação de fatores locais e sistêmicos que são poucos conhecidos. Ao ser removida uma estrutura dentária da cavidade oral, as reabsorções alveolares ocorrem progressivamente, dificultando a substituição desse elemento dentário por um implante osseointegrado. Muitas opções de tratamento foram propostas para as correções de atrofias ósseas maxilares. As opções de tratamento são limitadas, geralmente difíceis e demoradas, e atingem variados níveis de sucesso. Daí a necessidade de se realizar o enxerto ósseo. Em 1987, Sailer realizou simutaneamente, pela primeira vez, pela técnica Le Fort I, a utilização de enxerto e a colocação de implante dentário endósseo em maxila atrófica. A capacidade de controlar ou influenciar o crescimento ósseo no local da exodontia ou como enxerto onlay, tornou-se mais previsível nos últimos anos. Os materiais de aumento do volume ósseo podem ser incorporados, com a finalidade de estimular o crescimento ósseo em áreas onde ele foi perdido, como resultado de processos patológicos, traumáticos ou fisiológicos. Objetivos: Correlacionar os enxertos ósseos em maxila atrófica como sucesso do tratamento e estabelecer o tipo de enxerto mais efetivo para os pacientes portadores de maxila atrófica. Conclusões: Os enxertos ósseos são considerados uma excelente opção para a reconstrução de rebordos atróficos que posteriormente serão reabilitados com implantes osseointegrados. O material de enxertia é de fundamental importância para o sucesso do enxerto utilizado, pois diversos biomateriais possuem diferentes graus de indução osteogênica. O material de enxertia ideal é aquele obtido de osso autógeno, pois propicia uma neoformação óssea melhor em quantidade e qualidade e apresenta biocompatibilidade, sendo ou não de região intra-oral.

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Cronograma de apresentações das monografias turma 2007

DATA: 07/02/2007 Dra. Ana Paula Von Dents Testa
TEMA “Osteoporose e sua Importância para a Implantodontia”
CONVIDADO Dra. Vitoria Aparecida Muglia Moscatiello
ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello
CO-ORIENTADOR Dr. Daldy Endo Marques

DATA: 14/02/2007 Dra. Maria Dalva Amin dos Santos
TEMA “Tratamento de Superfície de Implantes e sua Influência na Osseointegração”
CONVIDADO Dr. Carlos Eduardo Fonseca
ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello
CO-ORIENTADORA Dra. Dalva Maria Rocha

DATA: 21/02/2007 Dra. Maria Cristina Vicentina Colassuonno
TEMA “Osseointegração e Bioestimulação com Laser de Baixa Freqüência”
CONVIDADO Dr. Aécio Yamada Júnior
ORIENTADOR Dra. Dalva Maria Rocha
CO-ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello

DATA: 28/02/2007 Dra. Nélida Guinami Franco
TEMA “Distração Osteogênica em Implantodontia”
CONVIDADO Dr. Francisco Rogério Aguiar de Menezes
ORIENTADOR Dra. Dalva Maria Rocha
CO-ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello

DATA: 07/03/2007 Dr. Luiz Antonio da Silva Sousa
TEMA “Considerações Periodontais no Tratamento com Implantes Osseointegrados”
CONVIDADO Dra. Angela Alves de Aguiar Goto
ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello
CO-ORIENTADOR Dr. Daldy Endo Marques

DATA: 14/03/2007 Dra. Nerli Maria Juliano
TEMA “Enxerto de Osso Autógeno com e sem Plasma Rico em Plaquetas”
CONVIDADO Dr. José Theodoro Pinto
ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello
CO-ORIENTADORA Dra.Vitoria Aparecida Muglia Moscatiello

DATA: 21/03/2007 Dra. Mirian Costa
TEMA “Enxertos Ósseos Autógenos em Implantodontia”
CONVIDADO Dr. Flávio de Ávila Kfouri
ORIENTADOR Dr. Daldy Endo Marques
CO-ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello

DATA: 28/03/2007 Dra. Maria Caporrino
TEMA “Torque em Implantodontia e sua Correlação com o Sucesso do Tratamento”
CONVIDADO Dr. Paulo Zaidan Maluf
ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello
CO-ORIENTADORA Dra. Dalva Maria Rocha

DATA: 04/04/2007 Dra. Isabel Crarete Canal Araújo
TEMA “Articaína 4% Epinefrina nas Cirurgias de Implantes Osseointegrados”
CONVIDADO Dr. José Tortorelli Júnior
ORIENTADOR Dr. Daldy Endo Marques
CO-ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello

DATA: 11/04/2007 Dr. Sílvio Garcia de Lima
TEMA “Aplicação em Implantodontia das Proteínas Morfogenéticas”
CONVIDADO Dr. Luiz Gustavo Valsani
ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello
CO-ORIENTADORA Dra. Dalva Maria Rocha

DATA: 18/04/2007 Dra. Vivian Elias Costa
TEMA “Carregamento Progressivo e sua Influência na Remodelação Óssea”
CONVIDADO Dra. Vitoria Aparecida Muglia Moscatiello
ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello
CO-ORIENTADOR Dr. Daldy Endo Marques

DATA: 25/04/2007 Dra. Ana Maria dos Santos Bressanin
TEMA “Enxertos Ósseos em Maxila Atrófica”
CONVIDADO Dr. Marcos Cezar Pitta
ORIENTADOR Dr. Rafael Andrade Moscatiello
CO-ORIENTADOR Dr. Daldy Endo Marques

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