Articaína

Período de latência e duração do efeito anestésico da articaina 4% nos pacientes submetidos à cirurgia para instalação de implantes dentários

Monografia apresentada ao Departamento de Odontologia do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Paulista, para obtenção do Título de Especialista pelo Curso de Pós-Graduação em Implantodontia. São Paulo 2007

Autora: Isabel Clarete Canal Araujo
Orientador: Prof. Daldy Endo Marques
Co-orientadores: Prof. Dr. Rafael Andrade Moscatiello, Profª Dalva Maria Rocha

Introdução: É grande a quantidade de profissionais que tem interesse em conhecer algumas características dos anestésicos que elegem em suas rotinas cirúrgicas ou mesmo no dia a dia de suas clinicas. Muitas dúvidas surgem no decorrer desse processo, tornando-se dificultosas as alterações que muitas vezes poderiam se tornar otimizadas pelo uso adequado do anestésico para cada situação. Algumas pesquisas indicam uma maior eficácia de um determinado anestésico sobre o outro, um maior tempo de duração e tolerância pelos pacientes. Os resultados referentes à ausência de alterações locais ou sistêmicas, ou ainda, alterações significativas da pressão arterial, podem ser justificados nos relatos emitidos pela sociedade americana de anestesiologia que estabelece que os pacientes avaliados como asa I, II, ou III são considerados saudáveis o suficiente para tolerar tratamento odontológico efetivo e receber doses usuais de anestésicos locais, contendo vasoconstritores com mínimo ou ausência de risco de vida. A disponibilidade de anestésicos locais e amidas eficazes melhoraram drasticamente a imagem pública da odontologia, permitindo o desenvolvimento de muitos dos sofisticados procedimentos cirúrgicos em pacientes de ambulatórios, disponíveis hoje para os pacientes odontológicos. Os anestésicos locais com éster, como a procaína e a tetracaína, têm pouco uso na prática clínica, porque são menos confiáveis e são mais alergênicos. Objetivos: Estabelecer a dose mínima a ser administrada em cirurgia de pequeno porte. Registrar o período de latência médio e o tempo de ação médio da dose mínima. Identificar as reações ocorridas nos pacientes após a administração da solução anestésica. Conclusões: Em cirurgias de pequeno porte a dose mínima administrada foi de um tubete anestésico. O período de latência médio relatado pelos pacientes foi de 5 minutos e 57 segundos. O tempo de ação médio da dose mínima foi de 26 minutos para mais de 95% dos pacientes. No grupo estudado apenas 7% apresentaram leve taquicardia que representa um dado estatisticamente não significante com p=0,005.

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