Enxertos ósseos autógenos de áreas doadoras intrabucais em Implantodontia

Dr. Silvio Garcia 

A correta inserção do implante dentário em posição adequadaa, requer um volume ósseo suficiente nos locais desejados para suporte protético. Quanto menor o número de paredes ósseas remanescentes, maior a complexidade o que interfere no prognóstico pela maior a necessidade de reconstruir e restabelecer o volume ósseo para promover uma nova formação óssea, propiciando a instalação de implantes e suas protéses, devolvendo sua função e estética.

Devemos portanto lembrar ao implantodontista a necessidade de técnicas cirúrgicas que promovam, a reconstrução do rebordo alveolar deficiente, para a instalação de implantes e sua reabilitação protética.

O uso dos enxertos autógenos intrabucais nas reconstruções ósseas permite a inserção de implantes em posições e condições adequadas,  para a estética e o suporte funcional otimizados.

O  enxerto ósseo autógeno é o “padrão ouro” para comparações com outros materiais nas reconstruções maxilo mandibulares. Oferece algumas vantagens na reconstrução do rebordo residual, embora exija o acesso a outro campo operacional, aumentando o tempo de cirurgia e anestesia, o período de cicatrização é curto e a reabsorção é mínima, a morbidade é baixa e as complicações normalmente resultam em debilitação  temporária.

REFERÊNCIAS:

MISCH CE, Implantes Dentários Contemporâneos. Santos Livraria Editora 2ª edição, 2000, pág. 497-508

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